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É necessário que Ele cresça e que eu diminua

É necessário que Ele cresça e que eu diminua

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FORA DA RODA

Desenvolvimento:
  1. Separe a célula em dois grupos;
  2. Um grupo deve, de braços dados, fazer uma roda sem deixar brechas;
  3. O outro grupo deve tentar entrar na roda;
Reflexão:
  • Como sua célula está se relacionando com os novos membros?
  • Como é a receptividade da sua célula?
  • Você tem dado lugar para que os novos convertidos entrem em sua vida, célula ou igreja?
  • Amar quem nos ama é fácil, difícil é amar o nosso inimigo.


A BALA DO MOMENTO

Objetivo: Levar os presentes a compartilhar momentos de sua vida e assim se conhecerem melhor, criar vínculos e se identificarem.
Material:
  • Balas de sabores sortidos (uma para cada participante).
Desenvolvimento:
  • Antecipadamente, faça uma relação de sabores com o que deseja que a pessoa compartilhe. Exemplo: bala de laranja -> momento alegre, bala de uva -> momento triste, bala de morango -> um testemunho marcante, bala de abacaxi -> uma provisão de Deus. Enfim, cada um faz a relação como achar mais apropriado.
  • Na reunião, passe as balas pedindo pra que cada um pegue uma, mas não coma.
  • Sugira que compartilhem os momentos indicados conforme o sabor escolhido.
  • No final, autorize que comam a bala.

VIDA DE DEUS

Objetivo: Levar o grupo a refletir de que forma assimilam a Palavra de Deus em suas vidas, se estão cheios de Cristo e consequentemente agindo como Ele.
Material:
  • Uma bolinha de isopor;
  • Um giz;
  • Uma esponja e
  • Uma vasilha com água.
Desenvolvimento:
  • Explique que a aguá representa a Palavra de Deus e que o objeto a nós;
  • Mergulhe o isopor na vasilha com água;
  • Reflita: o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus (ou Cristo)? Somos também impermeáveis?
  • Mergulhe o giz;
  • Reflita: o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?
  • Mergulhe a esponja e a esprema para que a água saia;
  • Reflita: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.


SENTIMENTOS

Objetivo: Apresentação e entrosamento do grupo.
Material:
  • Papel;
  • Lápis de cor;
Desenvolvimento:
  • Distribua os papéis e lápis de cor;
  • Peça para que cada um, sem se comunicar com ninguém, retrate com um desenho seus sentimentos, objetivos ou perceptivas de vida;
  • Dê um tempo para que os participantes se reúnam em subgrupos (dependendo do número de pessoas), se apresentem informando nome, de onde vêm e discutam seus desenhos;
  • Os grupos devem escolher um desenho para ser apresentado e justificado. Pode-se fazer um grupo com todos e cada um apresenta e comenta seu desenho.
Palavra para aplicação: Filipenses 1:3-11 e/ou Salmos 6.


O VENDEDOR DE LOTES

Material: Nenhum.
Número de pessoas: Depende do tamanho do grupo. A Célula tem que ser dividida em 2 grupos + 1 (ou mais) pessoa(s) separada(s) (fora dos grupos).
Tempo: +/- 10 minutos
Desenvolvimento: Divida a célula em dois grupos, deixando uma (ou mais) pessoa(s) como a(s) compradora(s). Um grupo representará os vendedores de um Lote (casa) no inferno, e o outro grupo representará os vendedores de um lote no céu. Ambos os grupos terão a oportunidade de fazer a sua oferta para o comprador, tendo 5 minutos (pode variar) cada. O grupo do inferno obviamente terá que fazer a sua oferta, apresentando as “qualidades, vantagens e os privilégios” de se morar no inferno: diversão, sem regras, calor sempre (rsrs), bebidas, sem pais chatos brigando e cobrando, etc… Só precisam tomar cuidado para não cair na própria proposta. Já o grupo do céu terá que fazer a propaganda do céu: paz, amor, graça, perdão, ambiente agradável, alegria eterna, etc. Depois disso, o comprador (que está representando um não-convertido) decidirá onde morará.
Moral (reflexão): Muitas vezes, somos tímidos, envergonhados, omissos quando falamos sobre Deus, célula, igreja, evangelho e etc. para outra pessoa, mas quando éramos do mundo – ou quando falamos de coisas do mundo – somos eufóricos, ousados, cheios de vontade… Para evangelizar um não-crente, muitas vezes falar sobre dons não é tão adequado, afinal, não é isso que eles estão procurando, e talvez nem entenda (uma dica é passar o princípio bíblia retirando todo evangeliquês e tornando fácil a compreensão pra um não-convertido sem perder a essência do princípios). Precisamos passar a ideia – principalmente quando falamos de evangelizar jovens – que Igreja, célula, vida com Deus não é essa coisa chata, religiosa, careta, cheia de paradigmas e regras, mas sim algo “muito louco”, onde há diversão, cura, amizade, alegria verdadeira, a salvação e entre outras (milhares) de coisas. Muitas vezes o nosso evangelismo não funciona e não gera frutos porque passamos apenas uma informação. As pessoas não irão nos seguir se não verem o brilho nos nossos olhos, a paixão e a euforia que sentimentos quando falamos sobre aquilo que vivemos.

Estudo nº 08

O Pai Amoroso


Texto: Lucas 15:20-24

Introdução: Nestes versículos podemos ver as experiências e o comportamento de um pai que ama seu filho que estava perdido. Com sua atitude ele demonstrou a bênção do perdão e da restauração familiar.

Atitudes do Pai:

1. O pai que espera – Ele viu-o longe – v.20

2. A profunda compaixão do pai – Compadeceu-se – v.20

3. O cordial amor paternal – Beijou-o – v.20

4. O cuidado paternal – Vestiu-o (vestes espirituais) – v.22

5. A homenagem do pai, renovação da aliança – Deu-lhe um anel – v.22

6. Deixou de ser escravo – Novas sandálias nos pés – v.22

7. A comunhão com o pai – Ceou com ele – v.23

8. A alegria da casa do pai – Regozijaram-se – v.24

Conclusão: Temos um pai tão amoroso que enviou seu único filho para morrer por nós para que possamos receber vida como o filho pródigo (João 3:16).



Estudo nº 07

Sete passos para o regresso


Texto: Lucas 15:17-20 a

Introdução: Após o filho pródigo trilhar um caminho de fracassos, chegou a conclusão que a sua rebeldia tinha lhe custado um alto preço e decidiu retornar à casa do pai, de onde não deveria ter saído. Este é o caminho de arrependimento de um pecador que cai em si e descobre que a vida que tem vivido não tem qualquer futuro ou benefícios.
Esta obra somente é feita através do Espírito Santo que convence o mundo do pecado da justiça e do juízo – João 16:8.

O caminho do regresso:

1 – Seu despertar – caiu em si – v.17

2 – Sua reflexão – eu aqui morro de fome – v.17

3 – Sua decisão – levantar-me-ei – v.18

4 – Sua confissão – eu pequei – v.18

5 – Sua declaração – eu não sou digno – v.19

6 – Sua prontidão – abrir mão de tudo – v.19

7 – Seu regresso – levantou-se e foi – v.20 a

Conclusão: Levar o discípulo a entender o processo de humildade verdadeira que envolve o verdadeiro arrependimento e os benefícios que são colhidos. E que somente em Jesus temos o melhor desta terra (Isaias 1:19).


Estudo nº 06

Sete passos para a perdição


Texto: Lucas 15:11-17

Introdução: Nesta parábola o Senhor ensina que uma vida de pecados e de egoísmo, é a separação do amor, comunhão e autoridade de Deus. O pecador ou desviado é como o filho mais jovem da parábola, que, em busca dos prazeres do pecado, desperdiça os dotes físicos, intelectuais e espirituais que Deus lhe deu, trazendo derrotas e tristezas.

O caminho para a derrota:

1. Sua exigência – “Pai dá-me” – v.12

2. Sua partida – Foi para uma terra distante – v.13

3. Sua vida no pecado - Dissipou os bens – v.13

4. Suas experiências – Quando tinha gastado tudo – v.14

5. Sua última tentativa – Tornou-se servo – v.15

6. Sua humilhação – Comida de porcos – v.16

7. Sua grande miséria – Ninguém lhe dava nada – v.16

Conclusão: Quando o ser humano busca uma vida egoísta fora dos padrões da Palavra de Deus, receberá a recompensa dos seus atos.


Estudo nº 05

Um Sinal de Advertência

Texto: Gênesis 27

Introdução: História de Esaú, homem que viveu uma vida carnal, mesmo tendo nascido em lar temente a Deus.

Esta é a história de Esaú

1) Seus muitos privilégios.
a) Era filho de pais tementes a Deus
b) Criou-se em lar mais piedoso do seu tempo.
c) Como primogênito, era o herdeiro natural da promessa.

2) Sua leviandade:
a) Esaú não viveu para Deus, mas para os seus próprios prazeres.
b) A Benção de Deus era para ele coisa secundária (Gn. 25:32; Hb. 12: 16,17).
c) Causou grande desgosto aos seus pais

3) Seu despertar tardio.
a) Despertou quando a bênção já havia sido dada (Gn. 27: 33 )
b) Procurou, como as virgens néscias, quando já era tarde demais.
c) Seu arrependimento era falso, porque depois quis matar o seu irmão.

Conclusão: Devemos valorizar a bênção de Deus em nossas vidas.



Estudo nº 04

A restauração de Davi após a queda


Texto: 2 Samuel 12

Introdução: O caminho da restauração.

1. Seu julgamento impensado – v. 5

2. Convencido do seu pecado e culpa – v. 7-12.

3. A confissão do pecado – v. 13

4. O perdão concedido – v.13-19

5. Sua adoração na Casa de Deus – v.20

6. Ele come novamente – v. 20

7. Sua mudança de atitude – v. 21-24

8. Sua nova vitória sobre o inimigo – v. 29

Conclusão: O cair é do homem, porém, o levantar é do Senhor.


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